04/08/08 às 18:06 h
evio nobre belarmino
Nova Iguaçu,RJ
Nem Tudo Está Perdido!!
Estudioso do clima mostra que ainda há tempo para impedir o aquecimento global.
Por:Evio Nobre
fotos: retiradas da internet
Professor da USP e diretor do LNCC (Laboratório Nacional de Computação Científica), Pedro Leite da Silva Dias deu uma palestra sobre um dos temas mais candentes da atualidade na SBPC: “Mudanças Climáticas – Como enfrentarmos essas mudanças”. Ao contrário do discurso alarmista veiculado com freqüência na mídia, o professor fez uma leitura otimista e tranqüilizadora do chamado aquecimento global. “Não devemos ver esse problema como uma catástrofe, como o fim do mundo”, disse o pesquisador. “Catástrofe será se ninguém fizer nada.”Pedro Leite é um dos primeiros estudiosos da questão ambiental no Brasil. “Esse tema me fascina desde os anos 70, quando fazia a minha pós-graduação nos Estados Unidos.” Depois que tomou consciência do problema, o professor vem dedicando um tempo considerável de suas pesquisas a entender melhor os processos associados às mudanças climáticas. Mas ele não se limita a entender o problema. “Faz uns 10 anos que eu também passei a me preocupar com o que fazer.
”Mas antes de partir para a ação, o doutor em ciências atmosféricas pela Universidade do Colorado propôs uma correção conceitual no problema climático. “Todos dizem que o problema é causado pelo "Efeito Estufa”, lembrou. Na verdade, explicou, o problema não é o efeito estufa em si, mas o aumento dele. “Se não fossem o efeito estufa na atmosfera e o papel que é exercido por alguns gases que estão aqui presentes, nós nem estaríamos aqui.” De acordo com o professor da USP, gases como o dióxido de carbono e o vapor d´água funcionam como um vidro, impedindo a saída do calor. “A atmosfera funciona como um cobertor.”
Para os céticos, Pedro Leite lembrou que a Terra foi muito mais quente há 80 milhões de anos. “Nessa época, não existia nem gelo.” É claro que ninguém estava lá, mas a estimativa da temperatura pode ser feita com base no tipo de fauna e flora daquela época. “A formação da Antártica, por exemplo, só se deu há cerca 40 milhões de anos.” As expectativas atuais são de que nos próximos100 anos a temperatura varie de 3 a 5 graus nos cálculos mais otimistas e, nos mais pessimistas, até 8 graus. “Então isso nos devolveria a temperatura que a Terra tinha há milhões”, constatou.
Pedro Leite duvida da eficácia de ações globalizadas como o famoso Protocolo de Kyoto, mas acredita que a humanidade pode aproveitar essas crises ou mudanças forçadas pelo ambiente para mudar várias coisas em nossas vidas. “Se quisermos e nos unirmos, ainda há tempo de mudarmos esse quadro e evitarmos o aquecimento global em estágio mais sério.”Nesta quinta-feira o SESC tornou-se palco de uma dos maiores reuniões responsável pela popularização, dos conhecimentos científicos e tecnológicos alem de tratar, também de assuntos ambientais, trata-se da SBPC (Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência).
A SBPC é uma entidade civil, sem fins lucrativos nem cor político-partidária, voltada principalmente para a defesa do avanço científico e tecnológico e do desenvolvimento educacional e cultural do Brasil. Todos os anos, ela organiza sua Reunião Anual (atualmente em sua 60ª edição) e, semestralmente, as Reuniões Regionais, realizadas cada vez em um estado diferente
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02/08/08 às 10:50 h
Orfeu Fawkes
Itabaiana,SE
Ser pai....
Hoje pela manhã a caminho do trabalho, passei pela calma Rua Monsenhor Constantino...
... Calma? A rua monsenhor Constantino só hoje voltou a se chamar monsenhor Constantino, até ontem era a tão popular rua do assassino. Assassino este que como “todos” conspiram, conspirou contra a própria família, sem motivos aparente, assassinou o filho de 3 anos, tentou matar a esposa grávida de 4 meses e ainda desferiu golpes de faca contra o próprio peito, desfechando assim um crime bárbaro, cruel e marcante para a sociedade Itabaianense. Tão marcante de modo a mudar por 3 dias o nome da Rua Monsenhor Constantino, ou até mesmo para sempre.
Em Itabaiana, cidade que se baseia em referencias e apelidos, a Rua Monsenhor Constantino era referenciada como a rua do colégio nova geração, hoje não mais...
O crime, o filho morto, o pai assassino infelizmente tudo isso logo vai estar esquecido pela sociedade, porém a referencia vai ficar, só que a referencia não importa o importante aqui é refletirmos como a sociedade se impacta com o fato e trabalharmos melhor nossas assistência familiares para que crimes como estes não venham marcar mais a vida de nenhuma mulher, pai ou mãe. Até porque as perdas podem até ser vistas como pequenas: um homem, uma criança... Mais quando olhamos toda a imensidão do fato... Um pai e uma mãe perderam um filho e um neto, uma mãe perdeu seu esposo e seu filho, uma vida tirada por quem a gerou, e uma pequena vida que está ainda a caminho quase foi roubada, e mesmo não sendo tirada perdeu um pilar muito grande, seu pai.
Não nos atentemos só ao crime, nos atentemos ao que podemos fazer para evitar que outros pais de família se encontrem numa situação como a do Márcio Lopes a ponto de criar um desfecho que nem mesmo ele poderia imaginar quão dor trouxe a tanta gente em itabaiana.
Apenas mais Pai.
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30/07/08 às 21:52 h
CARLINO DE SOUZA SANTOS
SÍTIO DO QUINTO,AC
POLÍTICA NOGENTA
O QUE ERA PRA SER UMA POLITICA COSTRUTIVA E BEM ORGANIZADA PARA AMBOS PARTIDOS POLITICOS, HOJE O QUE VIMOS NA CIDADE DE SÍTIO DO QUINTO UMA CIDADEZINHA COM MAIS DE 18.000 HABITANTES À 450 Km DA CAPITAL BAIANA.
ACONTECE QUE HOJE VIMOS UMA POLITICA DESTRUTIVA ONDE OS CANDIDATOS ACUSAM OS PRÓPRIOS DE CRIMES CONTRA A UNIÃO.....ETC....HÁ VARIOS INCIDENTES, CONFLITOS ENTRE OS INTEGRANTES DOS PARTIDOS, CONFUSÕES, ATÉ GENTE SENDO ESFAQUEADO E ETC....
O PROBLEMA É GRAVE JÁ QUE VIVEMOS NO MUNDO TÃO CHEIO DE CONFLITO E EU VEJO AS COISAS PIORAREM CADA VEZ MAIS AQUI EM NOSSOMUNICÍPIO
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